
Uma hora e meia se passou e nada de Prasty Killerman, eu estava começando a ficar preocupado, peguei o meu celular e o liguei, mas em todas ás minhas tentativas apenas cai na caixa postal. Decide esperar mais um pouco e caso ele não aparecesse daria queixa na policia.
Passou-se um dia e nada dele ainda, fui até o departamento de policia e avisei sobre o desaparecimento de meu marido, eles não poderiam fazer nada, porque o meu amado estava sumido apenas por um dia e isso não daria motivos para saírem à procura. Tentei lembrar onde ele disse que iria, mas não consegui, então acessei o e-mail dele para ver se encontrava algo, mexi em tudo e nada, até que encontrei uma pasta escondida e protegida por senha, fui tentando tudo até que digitei a data de nascimento de sua mãe e consegui entrar. Dentro daquela pasta existiam vários e-mails de Yhugo Whitker, li algumas mensagens e fiquei surpreendida com o que estava lendo, não podia imaginar que meu marido poderia ser capaz de fazer aquilo, decidi ficar em minha casa quieta e esperar para ver se ele chegaria ou não.
Quatro dias mais tarde ele chega em casa, veio em minha direção me deu um beijo e perguntou como eu estava, respondi que mal pois ele tinha demorado a chegar e eu estava muito preocupada, me pediu desculpas e subiu tomar um banho. Depois de seu banho preparei o jantar e aproveitei para perguntar sobre os e-mail de Yhugo, no exato momento em que o perguntei, arregalou os olhos e me olhou estranhamente. Sem responder minhas perguntas subiu para o quarto e trancou-se lá, fiquei desconfiada, peguei as chaves do meu Jeep e quando estava para abrir a porta da casa ele desceu as escadas com uma arma nas mãos, corri o mais rápido possível, abri o carro e fugi. Dez minutos depois recebo uma mensagem dele dizendo que iria me matar. Parei o carro na rodovia 42 e comecei a chorar, por que o homem que eu amava com quem casei e que compartilhei toda a minha vida falando aquilo para mim, eu não conseguia acreditar.
Depois de uma hora na estrada, fui ao departamento de polícia de Strunts, o denunciei e eles me disseram que logo eu estaria segura. Fui a um hotel chamado Sonho Bom, aluguei um quarto e dormi. Na manhã seguinte o delegado Garcia me ligou e me avisou que já tinham prendido meu marido e que ele iria ficar um bom tempo na cadeia, surtei de felicidade, eu finalmente estava a salvo, até que quando fui entrar no meu carro apareceu um homem estranho, olhos de cor verde, cabelo liso, pele morena, era alto e parecia ser um asiático. Aproximou-se de mim e começou a me fazer umas perguntas estranhas, não respondi nenhum e disse que não devia satisfação de minha vida a ele. Dei as costas e entrei em meu carro, quando fui fechar a porta o homem segurou-a e me arrancou de dentro dele, começou a falar irritado que queria saber onde estava o dinheiro dele, falei que não sabia do que ele estava falando, ele me deu um soco muito forte no rosto e desmaiei.
Acordei amarrada a uma cama, estava nua e ao meu lado estava meu marido amarrado a uma cadeira. O homem era Whitker o dos e-mails de Prasty. Yhugo foi em direção a meu amado e o acordou com socos no rosto, ele estava assuntado, mas quando olhou para o lado e me viu amarrada nua na cama começou a berrar com ele dizendo que eu não tinha nada haver com a história. Yhugo Whitker sem querer saber de nada pediu seu dinheiro e Prasty disse que não o tinha o dinheiro, essas foram às piores palavras dele, Yhugo pegou uma faca e veio até mim, começou a passa - lá entre minhas pernas, pegou o cabo da faca e começou a colocar em minha vagina, socando com força eu berrava de dor, Prasty gritava pedindo para que ele parasse, mais não adiantava. Yhugo retirou o cabo da faca de mim e começou a me estrupar, eu estava com medo e dor. Depois de algum tempo, Yhugo saiu de cima de mim, pegou novamente sua faca e falou para Prasty olhar bem, começou a passar a faca em minhas pernas novamente e dessa vez colocou a faca inteira dentro de mim, começando a me perfurar, Prasty gritava pedindo para que ele o matasse e parece de fazer aquilo comigo, foi tudo que Yhugo gostaria de ouvir, comigo já desmaiada Prasty foi morto e eu fiquei viva.
Acordei no hospital San Cristi, os médicos chamaram rapidamente os policias para saber o que havia acontecido, contem a eles tudo que sabia e eles me falaram sobre o meu marido estar morto, chorei muito era a pior coisa da minha vida.
Fiquei internada por cinco meses naquele maldito hospital, quando sai fui direto comprar uma arma para me prevenir.
Depois de um mês sem ameaças e nada, comecei a voltar a viver minha vida “tranquilamente”, até que no dia 28 de março de 1991 ele aparece em minha porta, peguei minha arma rapidamente e sem esperar para ver o que ele iria falar descarreguei um pente inteiro em seu corpo, que sensação boa, mas quando olhei bem para aquele homem, percebi que não era Yhugo e sim meu vizinho, estava confusa, achei que fosse ele por isso atirei. Chamaram a policia e fui presa e julgada como se tivesse problemas mentais e me mandaram pra cá.
- Foi assim que cheguei aqui Charlote, estou até hoje arrependida e nunca se quer consigo esquecer o rosto do maldito que me estrupou e matou meu marido. Disse à médica que cuidava de mim.
- Tudo bem dono Marta, agora durma um pouco. Diz Charlote.
Quando Charlote saiu do quarto, peguei a coberta de cima da cama, amarrei em um cano que havia em cima do teto, subi na cadeira e me matei enforcada pra poder viver em paz com Prasty.
- Ajudem, ajudem, ajudem rápido... Gritava Charlote ao ver na manhã seguinte o corpo de Marta pendurado.
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